O suspiro olhando pra tela em branco antes de digitar a primeira palavra já serviria pra dizer tudo, mas ninguém aqui o viu. Ontem eu tive um round decisivo para progredir em meu processo de divórcio - e, mais, muito mais do que isso, pelo meu direito de ter mais tempo com meu filho. É muito pesado pensar que eu sinto precisar salvar meu filho de uma ambiência de superproteção que já está o afetando. Ele é um menino hesitante em socialização, e isso guarda clara relação (ao menos para mim) em relação à autoestima dele, gerando aí um círculo vicioso. Ver meu filho em um parque aquático infantil de um clube com receio de se conectar com outras crianças e também em brincar em tobogãs e escorregas me doeu. Me doi. Eu preciso ter mais convívio com meu filho, e ter que lutar por isso, se já não é essencialmente um conceito ruim, é algo que cansa a mente. Me exaure. Me entristece. "Hoje demos um passo importante pra você entrar de verdade na vida do seu filho", me...